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Campanha no ano 2008 Campeonato Paulista - 2ª Divisão e Amistosos |
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paulistão - série a2 10v - 7e - 8d amistosos : 3v - 6e - 2d copa paulista: 6v - 7e - 6d |
Presidentes: Welson Alves Ferreira Junior (Juninho) e Waldir Massucato.
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COMPETIÇÃO |
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DATA |
HORA |
ADVERSÁRIO/RESULTADO |
LOCAL |
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Jogo-treino |
D |
sab |
12/jan |
16:00 |
Jarinu |
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Paulista A2/2008 |
D |
sab |
19/jan |
19:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
V |
qua |
23/jan |
20:00 |
Martins Pereira - S.José dos Campos |
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Paulista A2/2008 |
V |
sab |
26/jan |
17:00 |
Santa Cruz - Ribeirão Preto |
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Paulista A2/2008 |
V |
sab |
2/fev |
17:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
E |
sab |
9/fev |
16:00 |
Décio Vitta - Americana |
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Paulista A2/2008 |
D |
qua |
13/fev |
19:30 |
Hermínio Ometto - Araras |
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Paulista A2/2008 |
V |
sab |
16/fev |
16:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
D |
qua |
20/fev |
20:00 |
Bruno José Daniel - Santo André |
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Paulista A2/2008 |
E |
dom |
24/fev |
10:30 |
Silvio Sales - Catanduva |
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Paulista A2/2008 |
V |
qua |
27/fev |
20:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Jogo-treino |
V |
qui |
28/fev |
15:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
V |
sáb |
1/mar |
19:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Jogo-treino |
V |
seg |
3/mar |
15:00 |
Luiz Augusto de Oliveira - São Carlos |
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Paulista A2/2008 |
V |
sex |
7/mar |
20:30 |
Ildenor P. Semeghine - Itápolis |
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Paulista A2/2008 |
E |
qua |
12/mar |
20:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
E |
sáb |
15/mar |
16:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Jogo-treino |
V |
seg |
17/mar |
15:00 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Paulista A2/2008 |
E |
qua |
19/mar |
20:30 |
Major Levy Sobrinho - Limeira |
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Paulista A2/2008 |
D |
sáb |
22/mar |
16:00 |
Benedito Teixeira - S. José do Rio Preto |
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Paulista A2/2008 |
V |
qua |
26/mar |
20:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Jogo-treino |
E |
qui |
27/mar |
10:00 |
Bruno Lazarini - Leme |
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Paulista A2/2008 |
E |
dom |
30/mar |
15:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Jogo-treino |
E |
sex |
4/abr |
9:00 |
Joaquim Justo - Américo Brasiliense |
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Paulista A2/2008 |
V |
dom |
6/abr |
16:00 |
Pedro Marin Berbel - Birigui |
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D |
sáb |
12/abr |
17:00 |
Santa Cruz - Ribeirão Preto |
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Paulista A2/2008 |
D |
qua |
16/abr |
20:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
D |
sáb |
19/abr |
19:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Paulista A2/2008 |
D |
sáb |
26/abr |
16:00 |
Bruno José Daniel - Santo André |
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Paulista A2/2008 |
E |
qua |
30/abr |
19:30 |
Hermínio Ometto - Araras |
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Paulista A2/2008 |
V |
sáb |
3/mai |
16:00 |
Fonte Luminosa - Araraquara |
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Jogo-treino |
E |
sex |
20/jun |
15:00 |
Décio Vitta - Americana |
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Jogo-treino |
D |
qua |
25/jun |
15:00 |
Brinco de Ouro - Campinas |
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Jogo-treino |
E |
qua |
2/jul |
15:00 |
Estádio Municipal - Ibaté |
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Jogo-treino |
E |
sáb |
5/jul |
10:30 |
Barão de Serra Negra - Piracicaba |
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Jogo-treino |
E |
sex |
11/jul |
15:00 |
Hudson Buck Ferreira - Matão |
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Copa Paulista/2008 |
V |
sab |
19/jul |
19:00 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
V |
sáb |
26/jul |
15:30 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
V |
sáb |
2/ago |
16:00 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
D |
qua |
6/ago |
19:30 |
Sílvio Salles - Catanduva |
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Copa Paulista/2008 |
V |
sáb |
9/ago |
17:00 |
Santa Cruz - Ribeirão Preto |
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Copa Paulista/2008 |
V |
sáb |
16/ago |
15:30 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
E |
sex |
22/ago |
20:00 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
E |
sex |
29/ago |
20:00 |
Ildenor Picardi Semeghine - Itápolis |
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Copa Paulista/2008 |
E |
sab |
6/set |
15:30 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
D |
dom |
14/set |
11:00 |
Augusto Schimidt Filho - Rio Claro |
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Copa Paulista/2008 |
E |
qua |
17/set |
15:00 |
Adail Nunes da Silva - Taquaritinga |
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Copa Paulista/2008 |
D |
sáb |
20/set |
18:00 |
Jardim Botânico - Araraquara |
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Copa Paulista/2008 |
D |
dom |
28/set |
11:00 |
José Lancha Filho - Franca |
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Copa Paulista/2008 |
E |
sáb |
4/out |
11:00 |
Jardim Botânico - Araraquara |
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Copa Paulista/2008 |
D |
sex |
10/out |
20:00 |
Jardim Botânico - Araraquara |
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Copa Paulista/2008 |
E |
qua |
15/out |
15:00 |
Antônio Soares de Oliveira - Guarulhos |
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Copa Paulista/2008 |
E |
dom |
19/out |
10:30 |
Alfredo de Castilho - Bauru |
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Copa Paulista/2008 |
V |
sáb |
25/out |
19:00 |
Jardim Botânico - Araraquara |
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Copa Paulista/2008 |
D |
qua |
29/out |
20:00 |
Jardim Botânico - Araraquara |
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Copa Paulista/2008 |
D |
dom |
2/nov |
11:00 |
Barão de Serra Negra - Piracicaba |
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12/jan - Sábado - Jarinu - 16hs.
PRIMEIRO JOGO DE 2008 E O QUARTO DA PRÉ-TEMPORADA A Ponte, preparando-se para a estréia na A1, começou arrasadora. No segundo tempo o treinador alvi-negro trocou todos os jogadores. No time da Macaca, o meia Renato, que deu muitas alegrias para a gente afeana. Excelente teste para a AFE, que faz assim a quarta e última partida da pré-temporada iniciada em 15 de dezembro de 2007.
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Enfim o primeiro obstáculo deveria ser transposto. Depois de dez anos afastada do segundo nível de disputa do Futebol Paulista, a Ferroviária inicia a Série A2 de 2008. E acompanhada de várias equipes tradicionais do interior que, como ela, possuem camisas de glórias, mas que esbarram na escassez de dinheiro, abundante nos times emergentes que infestam as primeiras divisões do futebol paulista e brasileiro. América, Botafogo, Comercial, Inter de Limeira, Mogi Mirim, Portuguesa Santista, Rio Branco, Santo André, São Bento, São José, União S. João e XV de Jaú, os mais tradicionais, ao lado da Ferrinha dão a largada para retornar à Serie A1
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19/jan - Sábado - Araraquara - 19hs. Foi melhor, perdeu pênalti e teve dois gols anulados... É a Ferroviária de volta à A2.
Foi estranho! O São Bento não mostrou nada demais e a partida foi ruim na primeira etapa. Mas houve uma penalidade para a AFE, que o árbitro mandou voltar a cobrança após Osny ter convertido. Alegou invasão de área. Na segunda tentativa, o atacante grená perdeu a oportunidade. No final da partida o Azulão da Manchester Paulista fez sua parte e sacramentou a vitória num pênalti a seu favor. E aí? Não houve invasão também? O árbitro ainda anularia um gol afeano e assinalaria impedimento em nova jogada resultante em tento grená. O arqueiro beneditino fechou o gol e salvou a equipe azul com dois milagres, aumentando assim sua participação na vitória com um homem a menos no time. Choro de perdedor? Sim, mas já dá para se ter uma idéia de que será ainda mais difícil, pois além dos adversários dentro de campo, existem os fatores imponderáveis que não se explicam nem em conversas de bastidores.
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23/jan - Quarta-feira - S. José dos Campos - 20hs.
Derrota de estréia esquecida O primeiro tempo da partida lembrou a estréia da AFE na Fonte contra o São Bento. O time da casa jogando melhor, dominando o adversário mas sem acertar o gol. A Ferrinha parecia nervosa, com algumas alterações. Conseguiu resistir à pressão da Águia, tendo no goleiro Éder a segurança para manter o zero no placar. Dito e feito! Alterações feitas por Edison Só equilibraram os nervos do time e as coisas em campo. O lateral Fábio Duarte foi de vilão a herói, pois foi uma peça defeituosa no primeiro tempo, permitindo avanços pelo seu setor que poderiam ter sido aproveitados pelo São José, mas numa atravessada de bola pela defesa adversária, aproveitou-se e assinalou o único tento do jogo. Éder foi impecável e foi o destaque em campo. Vale citar também a arbitragem de Cléber Wellington Abade e a presença da grande e fanática torcida da Águia do Vale.
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26/jan - Sábado - Ribeirão Preto - 17hs.
AFE não está brincando na A2 e tritura o Pantera. Logo na saída de bola um cruzamento para o ataque deixou confusos zagueiro e goleiro do tricolor, o que proporcionou ao excelente atacante Fabinho balançar as redes. Um knock down que foi determinante para a vitória da AFE? Não, pois a resposta veio aos dois minutos com o empate do Pantera. Qualquer um que conhece algo de futebol diria que as coisas iriam se reverter e o Botafogo, cheio de moral, viraria. Não! A Ferroviária tem um excepcional treinador. Edison Só. O mesmo que muitíssimo conhecido de nossos vizinhos de Ribeirão Preto, levou o próprio Botafogo ao título da Série A3 em 2006. Pois quando tudo indicava que a Ferroviária não agüentaria a pressão dos donos da casa, os gols foram saindo, saindo e resultou na imprevisível goleada de 4x1. A torcida do Botinha já estava de olho no goleiro Alexandre, e após os dois gols sofridos na primeira etapa foi o suficiente para ele ser sacado do jogo. Ainda sairiam mais dois! Os grandes destaques do time grená, além de seu comandante Edison Só, que fez o conjunto funcionar novamente, foram mais uma vez o goleiro Éder e o retorno do atacante Fabinho, fundamental na campanha de subida em 2007.
16/fev - Sábado - Araraquara - 16hs
Come-Ferro foi cheio de emoção na Fonte Houve uma reclamação de penalidade pelos grenás logo aos 10 minutos, o que agitou um pouco o jogo que começou morno. Chimba movimentava-se como sempre, trazendo perigo ao alvinegro. A AFE perdeu Edimar muito cedo, cedendo o lugar a Paulo Henrique aos 20 minutos. O Comercial assustou aos 23 e aos 29 minutos, mas Laertinho deu o troco aos 30 minutos, quando o árbitro já havia amarelado 2 comercialinos. Aos 31 minutos o Vágner da AFE meteu uma bola na trave. Aos 37 minutos aconteceu a grande chance do jogo, perdida pelo Bafo, quando seus atacantes não tiveram competência para finalizar, tamanha a preocupação do time em se defender. Paulo Henrique ainda criou uma boa chance aos 44 minutos. Os times vieram com modificação após o intervalo e Fabinho logo aos 5 minutos fez seu quarto gol no campeonato recebendo passe de Chimba. Aos 15 o ataque afeano chegou, mas facilitou a vida do goleiro. Aos 24, foi a vez do Comercial assustar Éder e, no revide, Washington bisonhamente perdeu grande chance após bela jogada de Wilson. Os treinadores fizeram várias alterações e o equilíbrio ficou nítido em campo. O Comercial passou a acreditar mais e Éder fez boa defesa em chute de Leandro Ferreira aos 33 minutos espalmando a córner. O mesmo Éder saiu nos pés do atacante adversário e fez grande defesa aos 39 minutos, e no contra-ataque a Fonte gritou gol, mas a bola entrou por fora passando por debaixo da rede. O Bafo perdeu mais duas chances incríveis, acertando a trave grená aos 43 minutos e de tanto tentar, conseguiu o empate aos 45 minutos com Wagner. Fabinho fez o segundo aos 48 minutos após rebote da trave, calando alguns protestos da torcida contra o treinador. Muito criticado pela galera, Washington deu a volta por cima e sacramentou a vitória aos 49 minutos. Ufa, que baita Come-Ferro!
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9/fev - Sábado - Americana - 16hs.
Jogo não agradou, mas AFE continua sem perder fora de casa A AFE começou assustando o Tigre logo de cara. Chimba quase abriu a contagem antes dos 5 minutos de jogo. Os donos da casa deram o troco aos 12 minutos com Bruno, depois de falha da zaga grená. Destaques no primeiro tempo para Chimba, o forte calor e o estreante Santiago, que sentindo a responsabilidade e sem plenas condições atléticas, foi bastante explorado pelo alvi-negro. Uma alteração para cada lado no intervalo e o Tigre veio melhor, atacando bastante. A AFE perdeu seu jogador mais perigoso, Chimba, aos 10 minutos, após entrada violenta que rendeu o cartão amarelo para o capitão do Rio Branco, Careca. O árbitro segurou o ataque da Ferrinha quando inventou um toque de mão de Fabinho que iria em direção ao gol. Já o meio-campo Wilson perdeu uma grande chance aos 33. O Rio Branco, apesar do visível cansaço atacou e obrigou Éder a salvar o gol grená aos 37 minutos por duas vezes.
24/fev - Domingo - Estádio Silvio Sales - 10:30hs
Capitão Vágner disse que faltou a p... da atitude! Primeiro tempo equilibrado entre as equipes. A Ferroviária, como sempre, começou melhor mas no final o time da casa conseguiu equilibrar e até dominar as ações, mas Éder mostrou segurança. No segundo tempo sim, a Ferrinha começou arrasadora e nos primeiros quinze minutos criou chances com Chimba e Cascata, que perderam um gol incrível. Anderson Carvalho deu uma cabeçada que acertou o travessão e caiu sobre a linha fazendo muita gente gritar gol. Mas aos 14 minutos Chimba fez jogada individual e bateu certeiro para inaugurar o placar. Carlos Rossi fez as três alterações no Grêmio, que assustou só aos 22 minutos. Vendo o crescimento do adversário com o recuo grená, Edison Só tirou Laertinho e Cascata para as entradas de Robson e Guilherme Alves. Não deu certo pois, através de um golaço, Marcelo empatou aos 30 minutos. A partir daí foi sufoco do time da casa, expulsão de Marcel e gol perdido por João Sales no último minuto de jogo. O ponto ganho foi lucro, pois segundo palavras do próprio capitão Vágner: "faltou a porra da atitude!...".
Jogo-treino - 28/fev - Quinta-feira - Araraquara - 15hs
Treino para os que não saíram jogando contra o CAT O Brasilis Futebol Clube Ltda., idealizado pelo ex-zagueiro Oscar Bernardi, mineiro de Monte Sião e que honrou e muito as camisas da Ponte Preta, São Paulo FC e Seleção Brasileira, tem por objetivo lucrar com a negociação de atletas, afinal é um clube-empresa. Preparação para a Segundona Paulista.
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2/fev - Sábado - Araraquara - 17hs
AFE vence o clássico e com terceira vitória seguida é líder na A2 No primeiro tempo, a Ferroviária começou muito bem e com a torcida aplaudindo jogadas da equipe como há muito não se via na Fonte. Algumas oportunidades foram criadas mas sem o gol. O XV equilibrou as ações depois dos 20 minutos e passou a acreditar em suas forças, tanto que os primeiros cartões amarelos foram da AFE com André e depois Fabinho. Aí começaram os erros de passes e a partida caiu tecnicamente aliada ao forte calor na Fonte. Na segunda etapa, Edison Só tirou um zagueiro e colocou o meia Robson, porém os alas não avançaram para tentar sufocar o forte sistema defensivo quinzista. Quando entraram Jonathan e Laerte para as saídas de Zé Luiz e Osny e quando alguns já não acreditavam mais, Chimba foi derrubado na área. Pênalti que Fabinho converteu de maneira perfeita aos 38 minutos. Só a partir daí é que o XV quis alguma coisa no jogo, mas não deu. Pena que alguns ainda não aprenderam a torcer e passam a maior parte do tempo criticando, criticando, criticando...
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13/fev - Quarta-feira - Araras - 19:30hs.
Ferrinha saiu atrás no primeiro tempo após perder penal AFE começou no ataque assustando o time da casa e perdeu um pênalti logo aos 18, defendido por Carlos Carioca em chute de Fabinho. Continuou perdendo chances até levar o gol do União aos 35 minutos. Nesse equilíbrio teve uma bola na trave de cada lado até o final do primeiro tempo. O time foi até bem, mas levou o castigo. E ainda perdeu Anderson Carvalho contundido. No segundo tempo as coisas foram mais equilibradas e as chances diminuíram devido à melhora na marcação. O time melhorou com alterações e passou a pressionar em busca do empate. O goleiro Carlos Carioca continuou fazendo sua parte e as chances foram perdidas, como no início do primeiro tempo. No final todos foram unânimes. O time jogou bem, tanto é que Éder não se destacou como nas partidas anteriores salvando o gol grená, pelo contrário. O destaque do jogo foi o goleiro do União, que pegou até pênalti. Mas o que vale é bola na rede, como diria o eterno Ênio Rodrigues. A série de vitórias do União São João sobre a Ferroviária ficou maior, ditando estatisticamente a freguesia afeana ao longo dos anos e das competições.
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20/fev - Quarta-feira - Santo André - 20hs
Time dominou mas atuação do árbitro foi decisiva A Ferroviária foi melhor durante todo o jogo. No primeiro tempo tocava bem a bola e com passes rápidos sempre levava mais perigo que o Ramalhão. Logo aos seis minutos Osny proporcionou defesa de Neneca. A única jogada que mereceu destaque do time andreense foi justamente a do gol de abertura de contagem. Explorando as laterais, devido ao esquema 3-5-2 da Ferrinha, e com participação de quase todos os jogadores de meio-campo para frente, com toques envolventes de primeira, na cara de Éder, Jéferson concluiu. Um belo gol. Quem pensou que isso faria ruir o time grená se enganou. A Ferroviária continuou dominando e o Santo André só ia nos contra-ataques. Algumas chances foram criadas, mas rechaçadas pelo forte sistema de marcação do time da casa. Até que aos 40 minutos Laertinho fez justiça ao placar determinando o empate. No segundo tempo Welington fez sua reestréia depois de três anos, e mesmo com o campo molhado em virtude da chuva que caiu durante meia hora, ele melhorou a velocidade e a qualidade do passe do meio-campo e voltamos a dominar e a criar chances de gol. Foi então que o protagonista da noite resolveu fazer seu grande número. Marcelinho Carioca? Não! O árbitro Marcelo Alfieri. Amarelou a retaguarda afeana ainda no primeiro tempo, e sempre fez vistas grossas aos jogadores do ABC. Logo aos cinco minutos o lateral-esquerdo Fernando Luiz levou o segundo amarelo de maneira absurda. Foi o divisor de águas. Campo molhado e sempre tendo o domínio de bola, a AFE sofreu um desgaste maior em campo. Principalmente na parte psicológica, pois o árbitro agia de maneira diferente com os atletas dos dois times. Zé Luiz entrou para reforçar a lateral e já foi amarelado na primeira jogada. Com tudo isso, o Santo André se aproveitou e fez mais dois gols, sempre em contra-ataques. Marcelinho Carioca teve uma atuação sofrível, mas mesmo assim foi dele o segundo gol, fazendo sua parte, pois contribui com o time do ABC apenas na experiência. Talvez os bastidores façam o resto!
3/mar - Segunda-feira - São Carlos - 15hs
Treino para os que não saíram jogando contra o Olímpia
7/mar - Sexta-feira - Itápolis - 20:30hs
Vitória heróica no acanhado Estádio Picardão Uma vitória sensacional no acanhado estádio itapolitano. O time havia treinado num campo de dimensões reduzidas para dar exatamente ao grupo as mesmas condições que seriam enfrentadas no Picardão. Não deu outra. Após um começo muito bom, a AFE saiu na frente, e novamente encontrou uma arbitragem hostil. Depois de um arrefecimento no ritmo de jogo, permitiu ao Oeste dominar a partida e pressionar em busca do gol de empate. Éder, num raro momento, precipitou-se na saída de bola e colaborou para o empate. O estreante George acabou levando o segundo cartão amarelo, e ficamos com dez já na primeira etapa. Mas foi um segundo tempo heróico para o onze grená, que conseguiu equilibrar os nervos e com soberba atuação de Vagner, conseguiu através dele o gol da vitória. Uma boa jogada de Fabinho pela direita resultou num cruzamento onde o capitão subiu de maneira empolgante e, de cabeça, deu números finais ao jogo.
15/mar - Sábado - Araraquara - 16 hs
Jogo duro em casa com empate conquistado no final A surpresa foi a entrada de Tuti em lugar de Éder no gol grená. Jogo equilibrado no início do primeiro tempo. O Galo começou perigoso nos contra-ataques, pois o sistema de marcação afeano com três meias ofensivos, era inferior ao do time sorocabano. O árbitro já conseguiu "causar" aos 15 minutos, quando não deu um escanteio escandaloso para a AFE. Não demorou para levarmos o gol aos 20 minutos em jogada rápida pelo setor esquerdo grená, onde Thiago serviu Júlio Madureira, que comemorou bastante, com duplo mortal e tudo. A resposta grená veio aos 23, quando Marcelo Tevez acertou a trave. Cascata quase empatou aos 35, quando Buzzeto cedeu escanteio. O Galo quase aumentou antes dos 40 minutos pois era terrivelmente perigoso nos contragolpes. Metemos uma bola na trave aos 42 com Marcel, mas não deu para empatar. No segundo tempo as coisas se mantiveram. Se a AFE meteu duas bolas na trave no primeiro tempo, as oportunidades de gols se intercalaram. Luciano perdeu a chance de ampliar aos 13 minutos e Zé Eduardo desperdiçou aos 30. Se Gilberto, que havia acabado de entrar, perdeu o segundo aos 38, quando Tuti apareceu bem e espalmou a córner, Marcelo Tevez conseguiu o empate aos 40, em jogada de recuperação de bola de Cascata. A arbitragem não comprometeu, mas não conseguiu manter o controle do jogo e deixou a partida tensa, com todos querendo apitar. No fim, o cansaço.
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27/fev - Quarta-feira - Araraquara - 20:00hs
AFE vira, leva gol de pênalti no final, mas fica firme no G8 O jogo foi difícil, como tem sido todos até agora na A2. A Ferrinha vinha de 6 jogos fora de casa em nove rodadas, e enfrentava o estigma de não jogar bem na Fonte. Foi derrota na estréia contra o São Bento, vitória magra contra o Galo da Comarca, e aquele sufoco contra o Bafo, quando venceu por 3x1, após levar o gol de empate aos 45 do segundo tempo. E foi assim outra vez. O time toca bem a bola, varia as jogadas pelas laterais, embora seus alas ainda não tem correspondido, e peca nas finalizações. Esse tem sido nosso principal problema. Por mais que as oportunidades sejam criadas, na hora de empurrar para as redes a coisa emperra. O time veio de alterações tais como Cascata e Welington desde o início, Marcel cumprindo suspensão na zaga e Chimba adiantado como segundo atacante no lugar de Osny, mas passou em branco na primeira etapa. O pior então aconteceu. Logo no início do segundo tempo levou o gol do CAT, e enervou ainda mais a torcida presente no estádio grená. A sorte é que Fabinho, sempre ele, deu o troco logo aos 12 minutos, dando um pouco mais de tranqüilidade ao time comandado por Edison Só. Mas aí veio a estrela de Marcelo Tevez. O "Moço de Campo Grande" como diria o saudoso Fiori Giglioti, entrou em campo iluminado aos 36 minutos e, em sete minutos de presença em campo virou o jogo para a AFE fazendo dois gols. Ainda haveria de ter outro susto no penal cometido pela defesa grená e convertido pelo CAT nos estertores da partida. Mas já era tarde! Nada poderia ofuscar a estrela do garoto Marcelo.
1/mar - Sábado - Araraquara - 19hs
Time aproveitou-se da fragilidade Para arrasar adversário na Fonte Luminosa O primeiro tempo foi fácil. Com jogadas rápidas pelas pontas, principalmente pelo lado direito, com Welington, Paulo Henrique e Laertinho explorando as deficiências do setor esquerdo do Olímpia, que a AFE simplesmente passou por cima do time celeste de Olímpia. Aliás, Laertinho foi o grande destaque da primeira etapa pois, além de finalizar por várias vezes, participou das jogadas de velocidade pelo setor direito e deu um lençol no goleiro para o gol de Osny. Não faltou também uma grande defesa de Éder em falta chutada por Rafa aos 23 minutos e a estrela de Marelo Tevez que, para variar, fez o seu. No segundo tempo não foi diferente. Logo aos 15 segundos Osny perdeu chance após mais uma estocada de Laertinho pelo setor direito, aproveitando falha bisonha do time azul. Marcelo Tevez bateu sua cota de dois por jogo logo aos 14 minutos e pôs o 4 no placar aproveitando mais uma falha da zaga do Olímpia. Róbson entrou em lugar do infernal Laertinho e logo aos 16 quase faz o seu, mas seria contemplado logo. Zé Eduardo, que entrou em lugar de Marcelo Tevez fez excelente jogada pela direita e abdicou de fazer o gol, assim como Osny, que tocou com açúcar para Robson fechar o placar. Em momento nenhum da partida a Ferroviária relaxou seu sistema de marcação onde Marcel se destacou, fazendo uma grande partida. Pena que saiu de campo aos 31 minutos de maca. Todo o time grená se destacou em campo pela aplicação. Cascata foi bem mesmo sem ritmo ainda. Os alas funcionaram e as finalizações foram certeiras. Se isso não subir para alguns e mantiverem a seriedade e humildade no decorrer da competição teremos um futuro promissor pela frente.
12/mar - Quarta-feira - Araraquara - 20 hs
Ferroviária desperdiça vitória no final e quase perde O primeiro tempo foi equilibrado com forte marcação do time adversário, que aproveitou as laterais em velocidade nos contra-ataques. Numa jogada de Fernando Luís pela esquerda, o meio-campo Goiano tentou cortar e empurrou para suas próprias redes. Nem deu tempo para a galera grená comemorar e Tupã empatou para o Atlético. As chances foram se intercalando sem nenhuma supremacia por parte de nenhuma agremiação. Arbitragem severa equilibrou também a distribuição de cartões. Fabinho perdeu gol logo no início do segundo tempo, quando Edison Só pediu mais movimentação dos meias Cascata e Laertinho, muito marcados pelo esquema defensivo de Catanoce. Isso acordou a galera que sentiu o time mais atuante em campo. Jogada ensaiada resultou no gol de Osny. Na seqüência Cascata entrou sozinho e foi derrubado na entrada da área pelo goleiro do Atlético, que foi expulso. Seguiu-se o equilíbrio com o AMA sempre perigoso nos contra-ataques pelas laterais. Osny perdeu grande oportunidade para ampliar aos 36 minutos, e Laertinho, aos 38, também desperdiçou. No revide, Goiano empatou em cobrança de falta. Éder ainda salvou o gol da virada depois de lambança de André. Continuou tomando sufoco e quase levou gol olímpico que bateu na trave. Ufa!
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17/mar - Segunda-feira à tarde- Taquaritinga |
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Primeiro Tempo |
Segundo Tempo |
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Jogo-treino para os jogadores da Ferroviária que não participaram do jogo de sábado na Fonte Luminosa, válido pela 14ª rodada do Campeonato Paulista da Série A2 de 2008, e que terminou empatado em 1x1 contra o Atlético Sorocaba. O treinador afeano faz rotina entre o grupo, dando treinamento em nível competitivo para os atletas que não participam dos 90 minutos. Nesta data tivemos um adversário em cada tempo de jogo. A equipe secundária do CA Taquaritinga, que também disputa a Série A2 foi batida nos primeiros 45 minutos pelo placar de 3x0. Na segunda etapa, o Comercial EC de Registro, que por razões econômicas, foi "adotado" pela cidade de Monte Alto para disputar a Segunda Divisão (4ª nível de competição do futebol paulista de profissionais) foi derrotada por 2x0. |
Jogo-Treino Data: Segunda-feira, 17 de março de 2008, 15 hs. Local: Estádio Adail Nunes da Silva, Taquarão, Taquaritinga. 1º Tempo: CA Taquaritinga 0x3 Ferroviária FSA Gols: Jonas ( pênalti), Róbson e Rafael Rocha ( de cabeça). 2º Tempo: Comercial EC RG (Monte Alto) 0x2 Ferroviária FSA Gols: Zé Eduardo e Chimba (gol de letra). Ferroviária FSA: Éder (Guilherme); Gerônimo, Fernando, Santiago e George (Zé Luiz); Rafael Rocha, Guilherme Alves, Jonas e Robson (Zanetti); Chimba e Zé Eduardo. Treinador: Edison Só. |
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19/mar - Quarta-feira - Limeira - 20:30 hs
Jogo complicado que mostrou fragilidade do grupo afeano O primeiro tempo não foi bom. A Ferrinha se complicou com o campo e o time de Limeira que, antes de atacar, ficou cautelosa para jogar no erro afeano, assumindo assim a inferioridade que ostenta na competição. Aos poucos, como não sentiu a pressão do time grená, foi tomando coragem e chegou com perigo algumas vezes. Zé Luiz perdeu gol incrível aos 25 minutos em enfiada precisa de Cascata. Tuti assustou em defesa em dois tempos aos 33 minutos em chute de Emerson. A seguir Maranhão abriu o placar de cabeça. Dada a saída e quase a Inter amplia, em nova pane da zaga grená, totalmente exposta, devido à falta de entrosamento na marcação do meio-campo. A entrada de Rafael Rocha como segundo volante de marcação não atendeu às expectativas e a Inter saiu em vantagem, após perder várias oportunidades de aumentar o marcador. Edison Só fez duas alterações no sistema ofensivo no intervalo e a Ferrinha perdeu três chances de empatar antes dos cinco minutos. A resposta do time da casa veio só depois dos 9 minutos, e por duas vezes, quase ampliou, equilibrando as ações. O golaço de Vágner aos 17 minutos repetindo a impulsão mostrada em Itápolis, parecia que devolveria a confiança ao grupo. Chimba complicou tudo outra vez tomando o segundo amarelo na metade do segundo tempo, reequilibrando as coisas. Edison Só foi obrigado a retirar Zé Eduardo para recompor o meio-campo com a entrada de Guilherme Alves. O time se encolheu a partir daí e passou a se defender, tomando sufoco do medíocre time do Leão de Limeira. O empate nos deixa ainda no G8, mas acendeu a luz amarela.
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22/mar - Sábado - S.J. do Rio Preto - 16hs
Vergonhosa derrota de um time que não jogou nada O América chegou 49 segundos com Éder, que acertou a rede pelo lado de fora, depois só deu Ferroviária, com oportunidades perdidas por Laertinho aos 4 e aos 5, e Gerônimo aos 6. Aos 12 minutos, de bola parada, Diego Santos não concluiu e o América quase abriu o placar. A partir daí houve equilíbrio e o Rubro quase chegou lá em nova jogada de bola parada aos 17. Lances de perigo só aos 26 minutos em duas chances que saíram dos pés de Cascata. A primeira de bola parada na cabeça de Vagner e depois para a entrada em velocidade de Gerônimo que bateu muito fraco. Só dava Ferrinha e aos 30, Fabinho e Osny hesitaram, perdendo grande chance. Aos 32 foi o goleiro americano que salvou nos pés de Cascata. O Rubro assustou de novo só depois dos 35, por duas vezes, e aos 37 reclamou penalidade quando Diego Martins foi empurrado na área. No segundo tempo, Fabinho perdeu a bola no ataque e o América, no contra-golpe, abriu o marcador com o lateral Vina, logo aos 4 minutos. O time parece que estava em pane e quase tomou o segundo. Jogadores importantes como Fabinho e Vagner cometiam erros primários, demonstrando a total intranqüilidade do grupo. Isso ficou evidente aos 11 minutos, com a expulsão de Santiago, que nem amarelo levou. Edison Só fez três alterações. Só aos 36 minutos a Ferroviária criou uma chance clara de gol com Jonas, que propiciou excelente defesa ao goleiro rubro. Aos 32 minutos Paulista ampliou o marcador evidenciando uma total falta de espírito de equipe por parte da esquadra grená. Mais uma prova Osny deu aos 37, quando parece que não quis fazer o gol. O time caiu tanto de rendimento na competição que nos deu a entender uma única coisa. Eles queriam algo, porém não queriam mais vencer.
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26/mar - Quarta-feira - Araraquara - 20hs
novo treinador inicia com vitória e dois golaços
Aos 6 minutos Chimba cruzou para Fabinho quase abrir o placar de bate pronto. Aos 12, Cascata bateu colocado para defesa do goleira da Briosa. Logo aos 13 minutos Chimba já levou o amarelo, tentando fazer o que não sabe, marcar. Fica de fora da partida contra o Mogi Mirim. A Portuguesinha, bem armada no setor de marcação dificultava as coisas para a AFE, impacientando a torcida grená que marcava impiedosamente Welington, punido recentemente pela Diretoria da S/A. A Briosa voltou melhor e fez com que a AFE recuasse um pouco nos primeiros 10 minutos. Cascata, meio apagado no jogo, acordou e começou jogada que terminou com a conclusão do ala direito Gerônimo, ampliando o marcador aos 11. Aos 19, nova jogada com Gerônimo e Fabinho, para a conclusão de Cascata, que quase faz o terceiro. O treinador santista trocou um zagueiro por um atacante bem na hora em que perdeu um homem de meio-campo, expulso. No tudo ou nada, a Briosa foi para cima e se abriu lá atrás. Chimba arrumou outra oportunidade aos 32, que Fabinho não aproveitou. Aos 37 ataque rápido iniciado por Cascata e Jonas perdeu nova chance. Primeira vitória no jogo de estréia de Luiz Carlos Ferreira, que viu dois golaços de seus novos comandados.
4/abr - Sexta-feira - Américo Brasiliense - 9hs
Jogo-treino antes da inter-temporada para o Quadrangular O treinador Luiz Carlos Ferreira utilizou duas formações diferentes nos dois tempos de jogo. No primeiro, o esquema com três zagueiros, e depois com o tradicional 4-4-2. Retorno dos zagueiros Marcel, Fábio Duarte e Anderson Carvalho, que estavam machucados. Opções importantes para o quadrangular. O Américo Esporte Limitada treinou sua equipe para a estréia na Segunda Divisão paulista (4ª) em seu primeiro ano de vida.
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27/mar - Quinta-feira - Leme
primeiro jogo-treino de ferreira para conhecer o grupo Uma prática iniciada pela Comissão Técnica anterior que serviu para o novo treinador avaliar atletas que não participaram na íntegra da partida da rodada anterior da competição.
30/mar - domingo - Araraquara - 15hs
AFE classificada com empate em casa e derrotas de RIVAIS Logo aos 8 minutos Gerônimo finalizou e agradou a galera grená. Aos 12 Fabinho tentou de puxeta e quase fez. Aos 20, a Fonte gritou gol com jogada de Marcelo Tevez tabelando com Fabinho, mas só raspou a trave. Aos 26, primeira grande chance do Mogi Mirim, em falta cobrada que desviou no ataque. Tuti salvou no reflexo o gol do Sapão. Aos 36, Tuti se confundiu com a zaga e o Mogi perdeu o gol de abertura. Já era visível o domínio do Sapão, que aproveitava a exposição da zaga grená por falta de marcação de seu meio de campo. Welington, displicente em duas ocasiões, poderia ter concluído ou servido companheiro melhor posicionado. Aos 45, Cascata acordou e quase abre o placar. O time depende muito dos lampejos dele, que é um jogador diferenciado no elenco grená. No intervalo, Ferreira fez uma alteração inexplicável trocando Fernando Luís, para por o ala direito Paulo Henrique na esquerda. A exposição no meio-campo continuou pois Cascata executava a função de segundo volante. Muito equilíbrio até 10 minutos, quando Gerônimo armou jogada que quase deu em gol. A torcida já reclamava bastante do rendimento do time, principalmente de Fabinho, que acabou saindo para a entrada de Osny. Este quase marca de cabeça aos 21, em nova jogada de Gerônimo, a única opção de ataque do time após a saída de Fernando Luís. Marcelo Tevez foi derrubado na área aos 23, mas o árbitro não deu o pênalti. Aos 34, a zaga do Mogi aliviou na trave e quase sai um gol contra.
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6/abr - Domingo - Birigui - 16hs
AFE vira o jogo e rebaixa bandeirante para a a3 Foi um jogo imprevisível. O time da casa foi para cima e acuou a Ferrinha, pois precisava do resultado para escapar do rebaixamento. O time grená tinha de volta os zagueiros titulares após contusões e precisavam pegar ritmo de jogo. No meio de campo, Ferreira fez algumas improvisações com três laterais/alas: Fernando Luís de segundo volante, Zé Luís na esquerda e Paulo Henrique na direita. Cascata deu lugar a Jonas e Robson foi o segundo atacante ao lado de Marcelo. A AFE não se achou em campo e o time da casa saiu na frente, animando a pequena torcida que acreditava que dava para escapar da degola. No segundo tempo Ferreirão inventou outra vez! Tirou o volante Rafael Rocha para a entrada do meia Laertinho. George substituiu Fernando Luís e Jonathan entrou no lugar do insosso Robson. O time foi outro, dominou as ações, empatou, levou o segundo quando era melhor em campo, e teve forças para virar, tampando o caixão do tricolor de Birigui, para espanto e desespero da galera local. Mais uma vitória do incrível Luiz Carlos Ferreira, que viu dois golaços de Marcelo Tevez e Marcel, e uma inteligente cobrança de falta de George, que bateu rasteiro enganando todos aqueles que esperavam a bola por cima da barreira.
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12/abr - Sábado - Ribeirão Preto - 17hs
inacreditável: fogo devolve os 4x1 da Primeira Fase Luiz Carlos Ferreira preparou o grupo grená em Cedral, com o objetivo de conhecer os jogadores que tem à disposição para o quadrangular decisivo da Série A2. Anderson Carvalho foi um desfalque sério para a defesa, assim como Welington no meio-campo e Osny no ataque. Mas Chimba se deu até bem na função de segundo atacante. O falastrão treinador afeano assistiu seu time em campo jogar no 3-5-2, embora tenha anunciado como 4-4-2. Não adianta escalar o time e dizer o esquema, se não treinar os atletas em suas funções específicas. Era essa a grande diferença a favor de Edison Só. O Pantera arrasou o time grená em jogadas pelos flancos, onde não havia cobertura nos avanços dos laterais/alas. Exposta, a zaga grená fez até gol contra, e Tuti ainda evitou um placar mais elástico. Resta saber se o Ferreirão consegue mesmo saber as características dos atletas que ele tem em mãos. Aliás, foi por esse motivo que se gastou tanto com a inter-temporada em Cedral. Ou será que acha que só com palavras e pirotecnia irá impressionar os adversários. O próximo ele conhece muito bem pois o dirigiu na primeira Fase. E o Santo André abusa do jogo em velocidade pelas laterais. Um péssimo presente de aniversário para a gloriosa Ferroviária, que aos 58 anos leva uma goleada impiedosa de um time inferior tecnicamente. Um duro castigo para os que, como eu, tomaram a forte chuva que caiu no Estádio Santa Cruz.
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16/abr - Quarta-feira - Araraquara - 20hs
Fanfarrão perde de novo e só milagre traz o acesso! Aos 7 minutos, Cascata acertou a trave pela primeira vez. Ferreira iria escalar o time com 3 zagueiros e dois volantes mas, pressionado pela crítica, arregou e armou o time da mesma maneira do jogo de Ribeirão. A diferença é que colocou Welington, que também não é marcador. O resultado veio logo aos 14 minutos com Toscano abrindo o placar pelo União. Aos 17, Fabinho acertou a trave de novo, de cabeça, e quase empatou. O time atacou, atacou e atacou, mas como não tinha marcação pelo meio, ficou exposto demasiadamente nos contra-ataques. Aos 40 minutos, jogada de bola parada de Welington causou confusão na área do União e o gol de empate não saiu por milagre. Some-se a isso a péssima arbitragem e o primeiro tempo só enervou o bom público presente na Fonte Luminosa. Os times voltaram sem alterações. Laertinho entrou em lugar de Welington aos 9 minutos (!) e animou a galera. O União continuava perigoso nos contra-golpes e quase chegou de novo aos 10. Aos 19, Tuti quase entrega o ouro em cobrança de falta, e aos 23, Zé Luiz salvou o segundo, em novo contra-ataque pelo setor direito da defesa grená. Aos 28, nova oportunidade do União e Tuti cedeu escanteio. Nova falta aos 36, e dessa vez Tuti defendeu. Jogada de perigo da AFE só aos 41 minutos com defesa parcial de Carlos Carioca cujo contra-ataque gerou o pênalti convertido por Oliveira aos 43 minutos. Sem treinador e sem esquema tático só poderíamos esperar nova derrota. Cascata, sempre ele, salvou-se no desorientado onze grená. Luiz Carlos Ferreira foi demitido assim que entrou nos vestiários.
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19/abr - Sábado - Araraquara - 19hs
FALHAS INDIVIDUAIS PREJUDICAM ESQUEMA DO INTERINO TELÃO Time foi até bem. Criou boas oportunidades sempre criadas por Cascata, usou bem as laterais com Gerônimo e Zé Luiz. Osny foi muito perigoso, fazendo bem a parede pelo meio. Mas o campo molhado da Fonte Luminosa foi implacável com a equipe dirigida por Telão. Logo aos 4 minutos um chute despretensioso de Cesinha que Tuti tentou abafar em dois tempos e parecia que a luva estava furada: Frango! 1x0 Ramalhão. Depois de inúmeras chances perdidas cara a cara e bola na trave, Marcel errou o bote aos 23 minutos e o segundo gol jogou água fria na equipe grená. O Santo André jogava com toques rápidos usando as laterais e respeitou o time afeano. Arbitragem sem falhas de Marcelo Rogério. O Ramalhão voltou melhor na segunda etapa valorizando a posse de bola no meio-campo. Marcio Mixirica enfileirou a zaga aos 10 e quase ampliou. Isso obrigou Telão a tirar um zagueiro e colocar Robson logo aos 13 minutos. O Santo André ficou com dez em campo desde os 16 minutos, e aí foi uma série de gols perdidos pela equipe da Ferroviária ao longo de toda a segunda etapa. Foram aos 21, 27, 31 e aos 40, consagrando o goleiro Neneca. Marcel fez o gol de honra aos 42, e aos 44 minutos a bola não entrou porque não era para entrar mesmo. Reclamações de penalidade em toque de mão involuntário de Jaílson aos 48 minutos não pode manchar a excepcional arbitragem de Marcelo Rogério. A Ferroviária ainda fica com o pé na A2, a não ser que o imponderável nos peça desculpas e modifique tudo que aconteceu até agora. Telão? Ah, Telão foi muito bem. Bem melhor que o fanfarrão que passou como um cometa pela Fonte.
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26/abr - Sábado - Santo André - 16hs
QUARTA DERROTA NO QUADRANGULAR SEPULTA PRETENSÃO DA FERROVIÁRIA NA A2 Ramalhão venceu a AFE pela terceira vez neste campeonato. E pela terceira vez ficou aquele gostinho de que dava para ganhar não fossem os detalhes que tão caprichosamente determinam o resultado de uma partida de futebol. Dois gols de bola parada no primeiro tempo. O segundo causa tentação a alguns em crucificar o goleiro Éder, ludibriado pela cobrança ensaiada de falta por parte do time azul do ABC. Dois na bola, dando a impressão de que o batedor é um, mas na hora H, vem outro e pega o goleiro no contra-pé. Mérito de quem fez o gol! Éder teve uma brilhante atuação, assim como Marcel, guerreiro que novamente foi à frente balançar as redes.
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30/abr - Quarta-feira - Araras - 19hs30min
GOLEIRO ÉDER PEGOU TUDO... DUAS EXPULSÕES NA ZAGA... EMPATE HERÓICO DEU PRIMEIRO PONTINHO Sem chances mais no quadrangular de acesso à Série A1, AFE jogou em Araras contra um dos clubes que mais a venceu em sua história. Além disso não restava alternativa ao União São João senão a vitória pois Santo André e Botafogo faziam a outra partida da noite, e um simples empate poderia acabar com as pretensões ararenses em caso de triunfo grená. Uma injeção de ânimo no grupo devem ter sido responsáveis pela maneira da equipe lutar, apresentar vontade, determinação e correr atrás de um resultado positivo, exatamente como foi em Santo André na última partida. Foi o que se viu novamente em Araras, onde a equipe lutou muito dentro das quatro linhas, teve forte pegada no meio-campo sem ser muito faltosa. Mesmo assim recebeu dois cartões vermelhos pelo árbitro da partida, o que tornou dramático o segundo tempo na noite gelada de Araras, que infelizmente recebeu um público muito pequeno. O que se viu então foi mais uma atuação soberba do goleiro Éder, que pegou tudo e teve sorte, pois quando a bola bateu na trave, dessa vez voltou para suas mãos. O time apresentou um grande espírito de luta e honrou a camisa grená, mesmo se defendendo. O mesmo não se pode dizer do alvi-verde de Araras, que não aproveitou a oportunidade e viu complicar suas chances de classificação para o retorno à Série A1.
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3/mai - Sábado - Araraquara - 19hs
1... 2... 3... BOTAFOGO É FREGUÊS! O Bota-Ferro foi motivação para a despedida da Ferroviária do Quadrangular da A2. O Pantera procurava o objetivo maior que era o acesso à Série A2, mas dependia de outro resultado na partida disputada no Bruno José Daniel entre Santo André e União São João. Uma vitória do alvi-verde tiraria ou o Ramalhão, ou o Botafogo, dependendo do placar na Fonte Luminosa. A Ferroviária jogava pela rivalidade regional potencializada pela goleada sofrida no jogo de ida no Santa Cruz. Seu treinador, Paulo Cezar Catanoce fazia o jogo de despedida mostrando um sensível aumento de rendimento da equipe. Derrota jogando melhor na primeira partida no ABC, heróico empate sem gols com nove em campo em Araras e uma esperada vitória no clássico. E não deu outra. Como uma autêntica Locomotiva, marcou três gols em 20 minutos de jogo e devolveu a goleada sofrida no Santa Cruz construindo o placar final ainda no primeiro tempo. A presença maciça da torcida do tricolor no Ferrão de fundo foi esfriada pelo passeio do onze afeano, que se despediu da A2 honrando o manto grená. Com o empate no ABC, restou à galera de Ribeirão assimilar o segundo 4x1 do ano, porém comemorar o mais importante: o tão almejado retorno à elite do futebol paulista!
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CLASSIFICAÇÃO DA PRIMEIRA FASE
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20/jun - Sexta-feira - Americana - 15hs
PRIMEIRA MOVIMENTAÇÃO APÓS RETORNO DE EDISON SÓ Início dos preparativos de novo time montado para as disputas da Copa Paulista e da futura Série A2 em 2009. Marcou o retorno do treinador grená após quase três meses, substituído por Luiz Carlos Ferreira e Paulo César Catanoce.
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25/jun - Sexta-feira - Americana - 15hs
AFE VOLTA AO BRINCO DE OURO PARA NOVO TREINO Bugre fez poucas alterações, pois seu treinador já tinha um time titular para ser treinado para a Série C do Brasileiro. Por outro lado, a Ferrinha fazia sua segunda experiência com novos jogadores, daí um grande número de substituições feitas pelo lado grená.
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2/jul - Quarta-feira - Ibaté - 15hs
AMISTOSO ENTRE OS MAIS TRADICIONAIS DO INTERIOR AFE vive as reformas de modernização do Estádio da Fonte Luminosa. Antigo Majestoso passa pelo processo de transformação em Arena da Fonte Luminosa e leva o grande clássico interiorano, aqui jogo-treino, para a vizinha Ibaté.
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5/jul - Sábado - Piracicaba - 10:30hs
NOVO EMPATE NO AMISTOSO DE VOLTA EM PIRACICABA Pela terceira vez AFE sai atrás no placar e consegue o empate na série de jogos-treino preparatórios para a Copa Paulista. A segunda contra o Nhô-Quim.
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11/jul - Quarta-feira - Ibaté - 15hs
ÚLTIMO PREPARATIVO ANTES DA ESTRÉIA NA Copa Paulista Jogo nada amistoso, disputado em Matão devido reformas na Fonte Luminosa, e que apresentou baixo nível técnico. Adversário demonstrou preocupação excessiva em cometer faltas, muitas delas receberam críticas contundentes da Comissão Técnica afeana, por excesso de violência não coibida pela arbitragem. Não houve nenhum cartão vermelho.
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19/jul - Sábado - Taquaritinga - 19hs
ÓTIMA ESTRÉIA FORA DE ARARAQUARA Início da Copinha depois de uma desacreditada pré-temporada de cinco partidas sem vitória (foram quatro empates e uma derrota) e a indefinição de mando de campo (reformas da Fonte Luminosa e a não liberação do estádio de Américo Brasiliense). O local escolhido foi o Taquarão e foi pé-quente! O primeiro tempo não foi tão bom quanto o segundo, e aí sim a Ferroviária construiu sua vitória por dois gols, estreando um novo ataque com Fabinho e Wellington. Mas não aqueles que disputaram a Série A2. Com um time totalmente remodelado, embora com alguns nomes coincidentes, Edison Só colhe sua primeira vitória em seu retorno numa competição oficial.
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26/jul - Sábado - Taquaritinga - 15hs30min
NOVA VITÓRIA NO COME-FERRO EM TAQUARITINGA Tradição é tradição, mesmo quando as duas equipes estão impossibilitadas de jogar em seus estádios. A reforma da Fonte Luminosa e o estado deplorável das dependências de Palma Travassos empurraram o clássico para o Taquarão, o que afastou o público, mas não os gols. Bom para a AFE, que já havia vencido lá na primeira rodada e sentiu-se em casa, surpreendendo o rival e aplicando uma goleada implacável, elevando a confiança do time preparado pelo treinador Edison Só. Fabinho e Welington, com dois gols cada um, construíram o placar de "dois vira, quatro acaba".
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2/ago - Sábado - Taquaritinga - 16hs
GOLAÇO DE FABINHO NO FIM ESPANTA O ZERO A ZERO Quando ninguém mais esperava uma mexida no placar e o empate parecia sacramentado, eis que Fabinho recebe pelo alto um toque de cabeça proveniente de falta cobrada pela direita. Matou no peito e, de virada, o antigo "sem pulo", do bico direito da grande área mandou no ângulo esquerdo do goleiro do Galo de Rio Claro. Um golaço que vai ficar marcado na memória dos que estiveram presente no estádio de Taquaritinga, e que deu a liderança absoluta ao time grená após a terceira vitória seguida.
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6/ago - Quarta-feira - Catanduva - 19hs30min
DERROTA CONTUNDENTE PARA REDUZIR O EGO GRENÁ Após uma inesperada série de três vitórias seguidas e sem levar nenhum gol, a Ferroviária é surpreendida pelo Grêmio, com um penal logo de cara. Seguidas falhas de cobertura pelas laterais deixaram a defesa exposta, que amargou observar os gols adversários saindo um a um. Um excelente teste para o treinador Edison Só que viu, escancaradas, as deficiências do setor defensivo do time que está sendo preparado durante a competição.
16/ago - Sábado - Taquaritinga - 15hs30min
FALTOU QUALIDADE MAS VIERAM OS TRÊS PONTOS A partida não foi boa tecnicamente no primeiro tempo, fazendo com que o treinador grená Edison Só não gostasse nada do rendimento da equipe, principalmente na armação e criação de jogadas. Outro fator demonstrado foi a deficiência de cobertura nos avanços dos laterais, principalmente pelo lado direito onde Paulo Henrique avançou e acabou fazendo o gol único na primeira etapa aos 20 minutos. No segundo tempo a Francana veio melhor e forçou a Ferrinha a ficar em seu campo de defesa. Faltou qualidade nas finalizações e por isso a Veterana não conseguiu transformar em gols a superioridade territorial. Édison Só foi fazendo as substituições no time grená, mas sem obter nenhuma mudança de rendimento, mesmo com um homem a mais desde a metade do segundo tempo. Só ameaçou o goleiro Ricardo no finalzinho de jogo. Assim como houve justiça no marcador na primeira etapa, o mesmo não ocorreu no segundo tempo. A equipe alvi-verde de Franca merecia um melhor resultado. Bom para a Ferrinha, que dessa vez teve a sorte a seu favor e conquistou três pontos preciosos que consolidam sua liderança na competição.
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9/ago - Sábado - Ribeirão Preto - 17hs
Ferroviária volta ao santa cruz e vence outro Bota-Ferro Edison Só alterou a equipe no meio-campo para não expor demais a defesa como ocorreu na goleada em Catanduva e, ao mesmo tempo dar mais velocidade e criatividade no ataque com a presença de Laertinho. O Pantera, vindo de derrota que custou o cargo do treinador começou melhor, mas a AFE equilibrou, e passou a dominar após os 15 minutos, criando algumas chances de abrir o marcador, como com Fabinho aos 37. No segundo tempo o Botafogo voltou melhor e chegou a acuar a AFE em seu campo de defesa. A resposta veio aos 19 minutos quando Jonas perdeu chance incrível após jogada individual. O mesmo não aconteceu com Guilherme Alves, que substituiu o contundido Abimael ainda no primeiro tempo e, em jogada individual fez um golaço aos 22 minutos. Isto deu a possibilidade do contra-ataque ao time grená aproveitando o desespero do Pantera em buscar o empate. Laertinho fez o segundo já nos acréscimos. Destaques do time foram o meia Jonas, a segurança do goleiro Éder e a forte marcação imposta pelo treinador Édison Só.
22/ago - Sexta-feira - Taquaritinga - 20hs
Ferroviária jogou "em casa", no Taquarão, no dia do Aniversário de Araraquara Jogo que apresentou algumas novidades no time que está em preparação por Edison Só. A estréia de Dióghenes no ataque e o retorno de Thiago Costa à zaga afeana depois de um longo afastamento em decorrência de cirurgia. No segundo tempo o lateral Fabrício entrou pela primeira vez na ala esquerda enquanto o atacante Marco Antonio também debutou com a camisa grená. A AFE defendia sua liderança na Copa Paulista em jogo cheio de contradições e coincidências. Ela, líder em seu grupo, enquanto o CAT, o lanterna. O palco do prélio, o Adail Nunes da Silva, que recebeu a equipe grená em seus jogos como mandante até agora. Mesmo como visitante a Ferrinha jogou em "casa". A partida foi fraca tecnicamente e apresentou um certo equilíbrio, com chances maior de vitória para a Ferroviária, que se não venceu, deveu-se ao bom comportamento do goleiro do time da casa, da falta de maior determinação na armação e conclusão de jogadas por parte da AFE e das traves.
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29/ago - Sexta-feira - Itápolis - 20hs
MUITA EMOÇÃO E GOLS NO FINAL DO JOGO E QUASE NOVA VITÓRIA AFEANA EM ITÁPOLIS Com o tempo a Ferroviária vai recuperando a tradição e já não sofre tanto na vizinha cidade de Itápolis quando enfrenta o rubro-negro local. Pela segunda vez seguida no Picardão saiu atrás no placar e virou. Só que dessa vez cedeu o empate logo em seguida, fazendo aparecer nos minutos finais da partida toda a emoção que ficou escondida durante a maior parte do jogo. Mais um primeiro tempo que não agradou ao treinador afeano, que conseguiu melhorar o rendimento da equipe na segunda etapa após alterações de peças e posicionamento do time em campo. O que valorizou o resultado foi o fato do time da casa também lutar pela liderança no grupo, mantida pela equipe grená que iniciou o segundo turno mantendo firmemente a posição dianteira. Como destaques mais uma vez a movimentação do meia Laertinho e o golaço de estréia do atacante Dióghenes com a camisa grená. Vindo da esquerda em diagonal pelo meio, arriscou um chute da intermediária, e com rara sorte, acertou em baixo da bola, que encobriu o goleiro itapolitano.
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6/set - Sábado - Taquaritinga - 15:30hs
EQUILÍBRIO FOI A MARCA DO COME-FERRO DESSA VEZ Um Comercial bem diferente dos 4x0 do primeiro turno. A Ferrinha perdeu sua primeira oportunidade logo aos 8 minutos. Seguiu-se muito equilíbrio e poucas chances de gol. O Bafo ficou sem Téo, contundido, aos 30 do primeiro tempo, mas perdeu um gol incrível logo em seguida, assustando a AFE, mas Dudu salvou em cima da hora. Éder faria uma defesa de reflexo aos 40 minutos, mas já não valia mais nada. A Ferrinha respondeu em seguida acertando a trave de Yuri. O empate ficou de bom tamanho, no calor escaldante de Taquaritinga. Duas mudanças na Ferrinha no segundo tempo, uma delas por contusão de Marco Antonio. As duas equipes foram criando chances intercaladas e logo de cara o primeiro ataque grená já assustou o time do Comercial. O Bafo equilibrou e deu o troco por duas vezes. Aos 10, Dióghenes ia guardar, quando Yuri salvou a pátria comercialina. Seguiu-se muito equilíbrio sem muitas chances efetivas, quando Jonas concluiu para o gol, aos 30 minutos, mas a bola saiu. O troco comercialino foi logo aos 32, num vacilo do zagueiro André que o alvi-negro não aproveitou. Nos acréscimos, Dióghenes quase abriu o placar, mas Yuri deu escanteio. E foi só.
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14/set - Domingo - Rio Claro - 11hs
Rio Claro poderia ter goleado, mas permitiu reação no fim O Rio Claro marcou logo de cara, com Luisinho aos 3 minutos, em jogada de bola aérea na área grená, acabando com as pretensões iniciais de Edison Só na armação tática da equipe. O segundo saiu já aos 11 minutos, quando até o goleirão Éder titubeou. O domínio azul foi durante todo o primeiro tempo, em que a Ferroviária só assustou no finalzinho numa cabeçada de Fabinho que acertou a trave. Início de segundo tempo e a história se repetiu. Luisinho fez o terceiro gol logo aos sete minutos, e Edison Só viu de novo ir por terra tudo o que foi combinado nos vestiários. O contra-ataque sendo todo do time da casa deixava cada vez mais evidente uma provável goleada. Mas não foi o que ocorreu. O Rio Claro tirou o pé, e no final, propiciou ao time grená a oportunidade de buscar o seu gol de honra. O árbitro deu sua colaboração, apitando um pênalti inexistente a favor da AFE, que Fabinho converteu, com paradinha. Thiago Costa perdeu ainda duas chances para o time grená, que teve uma boa atuação do meio-campo Cassimba.
20/set - Sábado - Araraquara - 18hs
Fogão vence na inauguração do novo Estádio do Botânico No começo foi só festa. Placas homenageando medalhista olímpica e o ex-presidente Gaeta; discursos de autoridades presentes na inauguração do novo Estádio Municipal Cândido de Barros como os Secretários de Obras e de Esportes do município, o presidente da Federação Paulista de Futebol e o Prefeito Edinho Silva. O público também compareceu em massa para conhecer a nova praça de esportes da cidade. Mais de três mil pessoas deram um inimaginável quorum para uma partida da Copinha, que dava média inferior a 100 pagantes até então nos jogos da AFE. Tudo isso apesar da chuva que também quis dar o ar de sua graça. Quando a partida começou, após o famoso "Pontapé Inicial" dado pela medalhista olímpica Andréia Rosa (grande orgulho para a cidade), o jogo foi morno e o Pantera estragou a história, fazendo com que o seu Fabinho, camisa nº 11, fosse o marcador do primeiro gol do recém inaugurado Estádio do Botânico. Laertinho, por sua vez, também deixou registrado o seu nome como o primeiro atleta da Ferroviária a balançar as redes. Marcas à parte, o empate foi o resultado do primeiro tempo, e as jogadas pela esquerda com Robinson e Carlinhos o que se pode aproveitar do time grená. O Botafogo precisava da vitória e se fechou ainda mais para aproveitar os contra-ataques, sabendo que poderia se beneficiar da grande presença da torcida grená e sua conhecida exigência com o time. E não deu outra. Mais um Bota-Ferro vencido pelos visitantes na história do grande clássico.
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17/set - Quarta-feira - Taquaritinga - 15hs
EMPATE ARRANCADO NO TAQUARÃO Jogo atrasou devido a ausência de ambulância. Paulo Henrique bateu falta com perigo logo aos 3 minutos e aí seguiu-se o equilíbrio num jogo muito movimentado, apesar do forte calor. O Grêmio, mais agressivo, fez com que Éder trabalhasse mais que Rodrigo. Aos 29 minutos Robinson foi derrubado dentro da área, após jogada de Jonas. Fabinho bateu aos 30 minutos e marcou seu quinto gol na Copinha. Isso deu ânimo ao time grená e abateu o Catanduvense que, sentindo o golpe, se retraiu. Fabinho quase amplia em jogada de bola parada quando cabeceou rente à trave. Logo aos 3 minutos da segunda etapa, o árbitro assinalou pênalti de Éder em Lilla, amarelando o arqueiro grená. Esse fato o tirou do Bota-Ferro de inauguração do Municipal do Botânico. Alexandre Bortolatto bateu forte e empatou, embora Éder adivinhasse o canto. Seguiram-se substituições efetuadas pelos treinadores e um maior equilíbrio, com os atletas sentindo o desgaste decorrente do forte calor de Taquaritinga. Aos 18, o Grêmio assustou, carimbando as traves de Éder, que defendeu cabeçada de Macalé aos 23 minutos. O Grêmio, dominando as ações da partida, obrigou novas defesas de Éder aos 27 e aos 29min mostrando toda a sua categoria. A AFE só apareceu com Fabinho aos 32, mas perdeu Marcelo Almeida aos 37, expulso após excessivas faltas cometidas contra o atacante Lilla. De bom para a AFE foi o retorno do zagueiro Anderson Carvalho após longa ausência por contusão, e o empate, que não fez justiça ao Catanduvense.
28/set - Domingo - Franca - 11hs
Queda de rendimento do time parece não ter fim. O que ficou evidente em campo, no Lanchão, foi a diferença de vontade e determinação entre as equipes. O time da casa procurou o resultado durante todo o tempo enquanto a AFE, sonolenta e apresentando muitos problemas no sistema defensivo, complicou a vida do goleiro Éder, destaque mais uma vez. Ferroviária conseguiu alguns bons momentos durante a segunda etapa, quando estocadas de Laertinho, acertando a trave, Jonas e Thiago Costa, entre os 10 e os 20 minutos, quase trouxeram o empate, segurado a duras penas com as defesas sensacionais de Éder. Aos 33, falha de Anderson Carvalho propiciou o segundo gol da Francana, que se não marcou um placar elástico, foi por pura falta de sorte. Esta não faltou à AFE, que teve marcada uma penalidade a seu favor, no finalzinho, a qual Fabinho converteu aos 49 minutos. Mais uma vez não tivemos arbitragem contrária e nem faltou sorte, mas sim o futebol, que anda longe do grupo já há algum tempo. O que parecia que viria por antecipação terá que ser obtido em casa, perante a torcida no Estádio Municipal frente ao CAT. Time de Edison Só atinge a marca de sete partidas sem vitória e não dá boas perspectivas para a seqüência da competição, muito menos para a formatação da equipe que está sendo montada para a disputa da Série A2 em 2009.
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4/out - Sábado - Araraquara - 11hs
Empate em casa faz AFE repetir velho roteiro: insatisfação contra treinador, elenco e diretoria. O CAT veio tão caído para o jogo que só tinha quatro suplentes no Banco. Seu treinador armou uma forte retranca para tentar segurar o ímpeto afeano que teria que buscar o resultado. Logo no início do jogo Robinson perdeu grande oportunidade ao tentar concluir de calcanhar, ao invés de servir o companheiro Laertinho. A partir daí foi um time atacando de forma meio desordenada e o outro se defendendo, o que causou ainda mais irritação dos torcedores presentes no Botânico, que puseram inclusive faixa de cabeça para baixo. Aos 3 do segundo tempo falta batida propiciou defesa ao goleiro do CAT, o que demonstrou outra atitude grená na criação de jogadas pelas alas. Gil entrou no ataque em lugar de Robinson e deu mais presença de área ao time. Mas sem maior efetividade. O CAT deu um contra-ataque aos 29 minutos e e abriu o marcador, aproveitando falha do sistema defensivo grená. Dada a saída e um suposto pênalti não assinalado provocou reclamações contra o árbitro por parte da AFE. O time ainda perdeu Dudu Araras, contundido, quando já haviam sido feitas as três substituições. O gol de empate saiu, mesmo com a classificação garantida. As pressões então já eram generalizadas: jogadores, treinador e diretoria. O velho filme está em reprise nas hostes grenás.
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10/out - Sexta-feira - Araraquara - 20hs
Não teve jeito! outro resultado negativo derruba comissão técnica grená Os quadros eram totalmente opostos. A Ferroviária tentava a recuperação no início da Segunda Fase da Copa Paulista, após afastamentos de alguns atletas do elenco, que saíram dos planos da Comissão Técnica. Receberam "folga", mas não foram desligados do grupo. Ao mesmo tempo, o time visava a primeira vitória no recém inaugurado estádio municipal do Jardim Botânico, já que conseguiu dois péssimos resultados nas oportunidades em que jogou lá. A classificação veio, porém na quarta vaga após uma incrível seqüência de oito jogos sem vitória, depois de um grande começo na competição que lhe deu gordura suficiente para alcançar o feito. Do outro lado o Quinze, passando por uma excepcional fase de recuperação em sua história, em posse da segunda melhor campanha de toda a primeira fase, com sete pontos à frente do segundo no grupo. Sobrando! O jogo foi sonolento e com poucas chances de gol, a não ser nas penalidades. Uma para a AFE, reclamada pela torcida. E outra para o XV, no finalzinho, assinalada pelo árbitro, que deu números finais à última partida de Édison Só, após seu retorno ao comando do time numa mesma temporada.
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15/out - Quarta-feira - Guarulhos - 15hs
CALOR INCOMUM NA GRANDE SÃO PAULO estraga o jogo Primeiro jogo do treinador interino Valmir Gritti, após a dispensa de toda a Comissão Técnica em conseqüência da derrota para o XV de Piracicaba. Num calor insuportável, não usual na Grande São Paulo, os times entraram em campo às três da tarde com 34 graus de temperatura. Os times apresentaram um baixo nível técnico, como não poderia deixar de acontecer em condições tão adversas para a prática desportiva. Inclusive do gramado, registrado pela arbitragem, na súmula do jogo, como péssimo. A Ferroviária demonstrou uma nova postura em campo, sendo até melhor que o seu adversário na maior parte do primeiro tempo, tendo inclusive carimbado a trave rubro-negra. No segundo tempo o desgaste foi sentido mais pelos grenás, que na marcação do adversário acabou exagerando nas faltas e teve dois atletas expulsos de campo. Tá certo que a expulsão do atacante Gil foi muito contestada, devido à interpretação do árbitro da partida, que aceitou a valorização do atleta do Flamengo. O placar foi positivo, pois foi conseguido fora de casa e com dois jogadores a menos. Campanha afeana atinge a marca de dez jogos sem vitória, e rumores sobre um novo Supervisor de Futebol.
25/out - Sábado - Araraquara - 19hs
ALELUIA! VITÓRIA, E A PRIMEIRA NO BOTÂNICO Forte calor na Morada do Sol, no jogo de volta após o empate de Bauru. As |